miércoles, 9 de abril de 2014

Modelo infalível para as ligas profissionais: clique na imagem para saber todos os pormenores



A médio/longo prazo, a proposta apresentada pelo Barboville Blog poderia transformar o futebol português numa das grandes potências do futebol mundial, caso as previsões económicas se confirmem.

A nossa ideia é aproximar o sucesso do futebol português ao do inglês, mas obviamente que os recursos económicos estão muito longe de serem os mesmos. É por isto que sugerimos a alternativa de dividirmos durante 4 meses as ligas em zona norte e zona sul para reduzir significativamente os custos em transporte e aumentar as receitas de bilheteira.

A proposta apresentada mostrava apenas a situação e a previsão na Primeira Liga, mas esta foi pensada em todos os clubes inscritos nas provas nacionais. Tendo em conta que os clubes da Segunda Liga não têm competições europeias e normalmente disputam poucos jogos na Taça de Portugal, achamos natural que o número de clubes nesta liga seja superior à da Primeira.

Mais clubes não significa que tenham que ser todas equipas A! Sugerimos que haja mais convites por parte da Liga de clubes para introduzir mais equipas B. O sucesso desta introdução está à vista de todos e garantem uma maior competitividade e qualidade à competição. Académica, Nacional, Estoril e talvez o Boavista poderiam entrar nesta competição com uma equipa B.

24 clubes na Primeira + 28 clubes na Segunda (10 equipas B) = 42 clubes "normais" nas ligas profissionais. Atualmente temos 33 clubes, mas convém recordar que competem a época inteira a nível nacional gastando valores exorbitantes em transportes e obtendo receitas por vezes miseráveis. (No CNS competem 80 clubes e não é profissional)

Se o modelo correr bem nos próximos anos, poder-se-ia pensar numa Terceira Liga (profissional), também com 28 clubes, onde também poderiam estar equipas B (ou em caso dos grandes até C). Simulemos um possível cenário destes:

Primeira: FCPorto, Boavista, Braga, Guimarães, Rio Ave, Paços de Ferreira; Gil Vicente, Moreirense, Chaves, Penafiel, Arouca e Aves (Norte) - Benfica, Sporting, Estoril, Marítimo, Nacional, Académica; Belenenses, Farense, Portimonense, Setúbal, Tondela e Académico (Sul)
Segunda: Porto B, Braga B, Guimarães B, Paços B, Boavista B, Beira-Mar, Feirense, Leixões, Trofense, Oliveirense, Freamunde, Vizela, Bragança e Cesarense (Norte) - União da Madeira, Marítimo B, Benfica B, Sporting B, Santa Clara, Covilhã, Olhanense, Nacional B, Académica B, Benf.C.Branco, Oriental e Sertanense, Mafra e Estoril B (Sul)
Terceira: FCPorto C, Braga C, Leixões B, Beira-Mar B, Penafiel B, Varzim, Limianos, São João Ver, Fafe, Mirandela, Felgueiras, Gondomar, Amarante, Salgueiros (Norte) - Benfica C, Sporting C, Estoril C, Leiria, Pinhalnovense, Ferreiras, Loures, Bustelo, Anadia, Pampilhosa, Tourizense, Alcanenense, Operário, Moura (Sul)
(62 clubes "normais" nas ligas profissionais)

Isto seria um possível cenário das ligas profissionais portuguesas. Com este modelo, em 5-10 anos, os valores dos direitos televisivos (grande percentagem da receita dos nossos clubes) estaria entre os 3 e os 30 milhões para a Primeira Liga, na Segunda é provável que resida entre 0,5M e o 1,5M e a Terceira não teria receitas muito significativas (nunca passando dos 300 mil euros, valores que o atual modelo não proporciona nem na atual Segunda Liga).

Possíveis canais a comprar os direitos destas três ligas: Sport TV (provavelmente apenas as primeiras duas ligas), Benfica TV (direitos do Benfica, Farense e mais um ou outro clube das primeiras duas ligas), A Bola TV (Terceira Liga?), Porto Canal?, Sporting TV?, Braga TV?, Marítimo TV?... Obviamente que estamos a especular, ninguém sabe como seria. Uma coisa é certa: o monopólio da Sport TV terminou e as receitas de direitos televisivos vão aumentar significativamente nos clubes...

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