domingo, 8 de marzo de 2015

Chaves e Feirense de regresso à Primeira?

A Primeira Liga 2014-2015 está a ser protagonizada por um escândalo arbitral gritante que só está a beneficiar direta e indiretamente um clube e a prejudicar o resto do futebol português. Os critérios das nomeações são muito duvidosos e existe uma tendência clara. Como a Liga e o Conselho de Arbitragem não vê os danos que esta situação está a causar ao futebol português, proponho uma maneira de contornar este problema: o modelo.

Pode parecer aleatório mas passo a explicar.
O alargamento com a consequente divisão do campeonato em fases traz várias vantagens que podem contornar a questão das nomeações da arbitragem. Neste momento, teríamos Gil Vicente e Penafiel na Segunda e no sentido inverso subiriam Chaves, Tondela, Freamunde, União, Oliveirense, Feirense, Portimonense e Covilhã.

Em primeiro lugar, o campeonato regional até fim de novembro apenas decide o campeão regional e o acesso à Liga de Elite, pelo que favorecimentos sistemáticos nesta fase não colocam ninguém mais perto do grande sucesso, ao contrário do que sucede atualmente.

Em segundo lugar, a grande proximidade entre os jogos evita que se comente durante uma semana ou mais a arbitragem menos conseguida de um jogo.

Em último lugar, os jogos grandes - que por uma questão de receita tinham que ser sempre entre segunda e quinta - dificilmente podem ter arbitragens tendenciosas por causa da visibilidade que esses jogos oferecem. E como a Liga de Elite tem apenas 12 clubes, os jogos grandes são praticamente metade do campeonato, pelo que o vencedor desta competição terá, em teoria, mais mérito do que o campeão no modelo atual.

1 comentario:

  1. Tens razão, o Porto continua a ser levado ao colinho, mesmo com toda a campanha que procura desviar as atenções para outros clubes. Aliás, as últimas jornadas foram bem claras...

    Quanto ao resto, não concordo com os pressupostos nem com alguns dos conceitos, que historicamente se revelaram errados. Os jogos grandes não têm arbitragens tendenciosas? Ou pelo menos com erros graves? Mas tens vivido em Portugal nos últimos anos?

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