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martes, 19 de enero de 2016

Proposta para alteração dos critérios para a Bola de Ouro

Globo Esporte

Lionel Messi é o mais recente vencedor da FIFA Ballon d'Or 2015 (Bola de Ouro). Como se sabe, este prémio é individual e o astro argentino conseguiu levantar novamente este prémio sem ter conseguido ser, por exemplo, o melhor marcador de nenhuma das competições em que esteve envolvido no último ano civil. Os critérios e o processo de votação da FIFA já motivaram vários escândalos na última década. Por isso, o Barboville Blog apresenta através do presente artigo uma proposta que diminiu o grau de subjetividade e dá mais importância à parte objetiva.

Golos 
  • Champions League x 5 
  • Copa Libertadores x 5 
  • Mundial ou Euro x 5 
  • Liga do top-5 do Ranking da UEFA x 5 
  • Brasil x 5 
  • Argentina x 3 
  • MLS x 3 
  • Liga entre 6-10 do Ranking da UEFA x 3 
  • Liga Europa x 3 
  • Outras Ligas x 1 
  • Fase qualificação Seleções x 1 
Percentagem de golos na respetiva equipa: 10-20% (20 pontos), 20-40% (50 pontos), 40-70% (100 pontos) e mais 70% (200 pontos) 

Especial GR (clean sheet): a partir de 10 jogos dá 100 pontos, a partir daí cada jogo sem sofrer golos dá 100 pontos 

Asistências 
  • Champions League x 3 
  • Copa Libertadores x 3 
  • Mundial ou Euro x 3 
  • Liga do top-5 do Ranking da UEFA x 3 
  • Brasil x 3 
  • Argentina x 1 
  • MLS x 1 
  • Liga entre 6-10 Europa x 1 
  • Liga Europa x 1 
  • Outras Ligas x 0,5 
  • Fase qualificação Seleções x 0,5 
Votação Online para todos: atleta com maior número de votos obtém 500 pontos, outros obtêm uma pontuação consoante a percentagem a menos conseguida em relação ao mais votado 

Votação de selecionadores e capitães: cada um escolhe 3 atletas: 3 pontos atribuídos ao primeiro, 2 ao segundo e um ao terceiro

miércoles, 13 de agosto de 2014

O futuro da nossa seleção tem tudo para ser bem risonho. Sabe porquê...


Mundial do Brasil não correu nada bem à seleção portuguesa e muitas questões se colocam sobre o que correu mal e porquê. Há quem fale em revolução, o que é habitual quando as coisas não correm bem, mas não me parece que seja disso que Paulo Bento tenha que fazer. 

Acho que é necessário fazer uma renovação gradual, apostando em jovens talentos emergentes. Existem alguns nomes que talvez já não justifiquem a continuidade na seleção, não pela falta de qualidade mas pela idade que já têm e tendo em conta haver substitutos à altura à espera da aposta. Como tal, os mundialistas Eduardo, João Pereira, Ricardo Costa, Bruno Alves, Raúl Meireles, Vieirinha, Postiga e Hugo Almeida já nos deram muitas alegrias, mas está na altura de dar lugar a outros. As opções por posiçao são as seguintes (em itálico estão os meus 23).

Guarda-redes: Patrício, Beto, Anthony Lopes, Daniel Fernandes, Mika, José Sá, Bruno Varela

Lateral Direito: Sílvio, André Almeida, Miguel Lopes, Cédric, João Cancelo, Dabó, André Geraldes, Riquicho

Central: Pepe, Neto, Rolando, Nuno André Coelho, Sereno, Miguel Vítor, Ruben Vezo, Paulo Oliveira, Tiago Ilori, Ruben Semedo, Edgar Ié, Roderick, Nuno Reis, Tiago Ferreira, Tobias Figueiredo, Domingos Duarte, João Nunes

Lateral Esquerdo: Coentrão, Antunes, Raphaël Guerreiro, Rafa, Tiago Gomes, Luis Martins, Mário Rui, Rúben Ferreira,

Seis: William Carvalho, Miguel Veloso, Rúben Amorim, Ruben Neves, Danilo Pereira, Carraça, Podstawski, Agostinho Cá

Oito: Moutinho, Adrien, Castro, André Gomes, Bruno Fernandes, Pedro Tiba, Sérgio Oliveira, Luis Gustavo, João Teixeira, Francisco Ramos, Guzzo

Dez: Josué, João Mário, Rafa Silva, André Martins, Tozé, Rony Lopes, Bernardo Silva, Tiago Rodrigues, Tiago Silva

Extremo: Nani, Carlos Mané, Ricardo Pereira,  Diogo Viana, Candeias Ricardo, Esgaio, Miguel Rosa, Ivo Rodrigues, Gelson Martins, Jorginho

Segundo avançado: Cristiano Ronaldo, Bruma, Bébé, Varela, Pizzi, Wilson Eduardo, Licá, Ivan Cavaleiro, Romario Baldé

Ponta de lança: Éder, Nélson Oliveira, Amido Baldé, Orlando Sá, Marco Paixão, Gonçalo Paciência, André Silva, Cícero, João Silva, Betinho

miércoles, 9 de abril de 2014

Novo Modelo Primeira Liga: ideia que traria muitos milhões ao nosso campeonato!



·        Primeira fase: Zona Norte (12 equipas) e Zona Sul (12 equipas). As seis melhores equipas de cada zona qualificam-se para a Liga de Elite, as outras 12 disputam o campeonato da manutenção. (22 jogos em cada competição) (de início de agosto a final de novembro/início de dezembro)
·        Segunda fase: Liga de Elite (12 equipas) e Campeonato da Manutenção (12 equipas, descem 5) (22 jogos em cada competição) (de início/meados de dezembro a finais de maio [eventualmente início de junho])
·        Jogos entre as 5 (ou eventualmente 6) melhores equipas de todas estas competições serão sempre disputados a meio da semana (de segunda a quinta) por vários motivos:
o   A questão da venda dos direitos televisivos a países estrangeiros (muitos jogos apetecíveis da nossa liga em dias com poucos jogos grandes no mundo inteiro significa certamente um maior interesse por parte de canais estrangeiros pela nossa liga)
o   Trata-se de jogos com uma grande assistência (mesmo a meio da semana), o que permite fazer com que os jogos menos interessantes tenham mais espetadores por serem obrigatoriamente disputados ao fim de semana (sexta a domingo) (jogos ao domingo disputados entre as 15h e as 21h se possível)
o   Permite às equipas que participam nas provas da UEFA evitarem jogos grandes nacionais próximos dos jogos europeus (sempre cerca de uma semana entre um jogo europeu e um jogo grande do campeonato e vice-versa)

·       Grande número de jogos permite uma venda mais acessível dos direitos de transmissão de jogosde clubes grandes a canais abertos. Portanto, a sugestão passa por transmitirem dois jogos (das 5 melhores equipas portuguesas dos últimos 5 anos, tal como foi sugerido pelo Ministro Poiares Maduro recentemente) por semana em canal aberto. (na época inteira, teríamos 80 jogos, 16 jogos por equipa)
·        Acabar com a Taça da Liga por excesso de jogos. Está claro que jogos da liga garantem uma assistência muito maior e um número maior de telespetadores. Campeonato regional pode ser visto como uma espécie de alternativa, indiscutivelmente mais lucrativa, à Taça da Liga.
·        Campeonatos Zona Norte e Zona Sul permitem uma redução dos custos em transportes tanto para os adeptos como para os clubes. Evita-se algum desgaste nas equipas que participam na fase de grupos das provas europeias.
·        Liga de Elite tem outro fator aliciante: o top-8 disputa menos uma eliminatória da Taça de Portugal (entrada apenas nos oitavos do ano seguinte, equipa de escalão superior joga sempre fora) (meia final a uma mão) (máximo de 4 jogos para estas equipas)
·       Uma cota: Número mínimo de 20 jogadores portugueses com idade superior a 19 anos, aquando da inscrição do plantel na liga de clubes permitiria garantir um número significativo de jogadores portugueses em muitos jogos. Cenário de dois jogos por semana obrigam as equipas a rodarem o plantel. É crível que haja, no mínimo, cerca de 10-15 jogadores com nacionalidade portuguesa a jogarem com alguma regularidade. Os clubes que não conseguem garantir um plantel português estariam assim forçados a contratar estrangeiros de grande valor, ao contrário do que sucede atualmente em quase todos os clubes profissionais. 
·       Permitia um número mínimo de jogos aceitável: 45 jogos caso um clube sem competições da UEFA seja eliminado logo no primeiro jogo da Taça de Portugal. Trata-se de um número aceitável para manter um bom nível competitivo a todos os clubes, ao contrário dos atuais 33 jogos mínimos.
·       Número máximo de jogos poderá atingir os 62-64 em ano extraordinário (supertaça (1) + 44 da liga + 4 da Taça de Portugal + Champions (13) ou Liga Europa (15). Se tivermos em conta que na presente época estão previstos 61 jogos divididos por campeonato, Liga Europa, Taça de Portugal e Taça da Liga (34+15+7+5), não se trata de uma diferença significativa no número máximo de jogos. No entanto, evitaria obrigatoriamente o enorme fosso que atualmente verificamos entre um clube grande e um clube pequeno. Esta diferença será no máximo de 19 jogos contra os 28 atuais.
·       Permite um encaixe significativo em termos de bilheteira a mais seis equipas tendo em conta o alargamento, visto que estas defrontam clubes com enormes massas adeptas, ao contrário do que acontece na Segunda Liga.
·        Muitos jogos em agosto oferecem mais possibilidades aos emigrantes portugueses de assistirem aos jogos do nosso principal escalão. Um aumento dos jogos na época de Natal (fim de dezembro/início de janeiro) também será vista com bons olhos por estas comunidades.
·       Participação europeia teria tudo para melhorar significativamente, principalmente na fase de grupos. Dada a sua menor exigência, o campeonato regional permite fazer uma gestão inteligente do plantel em função dos jogos europeus.
·       Novo modelo traz inúmeras vantagens a todos os níveis, mas há uma que agrada muito aos amantes da modalidade: o provável aumento do número dos jogos grandes (4 Sporting-Benfica, 4 FCPorto-Braga, 4 FCPorto-Guimarães...). Em dez meses de competição, temos cerca de 80 jogos grandes (maioritariamente os jogos entre Porto, Benfica, Sporting, Braga, Guimarães e Boavista), o que daria uma média de 8 jogos grandes por mês.
·       Segunda fase seria extremamente competitiva porque reúnem apenas equipas muito fortes. Primeira fase teria provavelmente uma qualidade menor, mas ainda assim garantem muitos dérbis e alguns clássicos, oferecendo uma assistência considerável.
·       Mais transmissões televisivas
o   Liga Zona Norte: transmissão de todos os jogos de FCPorto, Braga, Guimarães e Boavista + alguns jogos de outros clubes.
o   Liga Zona Sul: transmissão de todos os jogos de SLBenfica, Sporting, Marítimo e Nacional + alguns jogos de outros clubes.
o   Transmissão de todos os jogos da Liga de Elite
o   Transmissão do melhor jogo de cada jornada da Liga da Manutenção

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