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jueves, 21 de enero de 2016

Porque é que cada jogo da Premier rende 13,2 milhões contra apenas 1,7 milhões em Portugal?

Jornal de Negócios

A centralização dos direitos televisivos faz "magia" e só os portugueses é que não querem entender isso. A Liga NOS passou a ser este ano a única liga do top-10 do Ranking da UEFA a não adotar a centralização. Os clubes - principalmente os grandes - continuam a apostar em negócios paralelos em vez de deixar a Liga fazer esse trabalho. Até 2028, Liga NOS não deverá ultrapassar o bolo de 200 milhões em direitos televisivos, enquanto a Premier League já vai em 2200 milhões de euros...


Para percebermos como existe uma disparidade desta natureza, temos de recuar até 1992. Nessa altura, os clubes ingleses reuniram-se com o intuito de fazer da Premier League uma competição apelativa, o que depois resulta em receitas impensáveis para todos os clubes. O primeiro contrato conseguido foi de 250 milhões de euros por um período de 5 temporadas, o que dá, em média, um bolo de 50 milhões. Em 1997, a Premier League celebrou um novo contrato que significou um aumento exponencial face ao anterior. O bolo de 50 milhões passou a ser de 217 por ano. A partir de 2001, os contratos começaram a fazer-se por triénios e a Premier League terá um bolo de cerca de 2200 milhões nas próximas 3 temporadas. Uma verdadeira loucura!

martes, 29 de diciembre de 2015

O que significam estes 457,5 milhões trocado por miúdos?


FC Porto celebrou, na madrugada do passado sábado para domingo, o maior negócio da história do futebol português com a Altice / PT. O acordo será válido por 10 épocas e irá render 457,5 milhões de euros durante esse período. Numa altura em que a centralização dos direitos da Primeira Liga passaram à história, este compromisso abrange igualmente a questão publicitária:


1. Contrato entre julho 2018 e junho 2028 para a cedência de 170 jogos no Dragão (17 por época)
2. Direito de transmissão do Porto Canal de janeiro 2016 a junho 2028 (possibilidade de exclusividade MEO?)
3. Patrocinador principal do clube de janeiro 2016 a junho 2023

O negócio rende aos cofres portistas, em média, cerca de 45,75 milhões por ano. Se fosse repartido pelas 3 partes supra-enumeradas, seriam mais de 15 milhões por cada um destes parâmetros. No entanto, não será esse o caso. O mercado publicitário permite uma receita para uma marca como o FC Porto que se situará entre os 7 e os 12 milhões de euros / ano para o caso do patrocinador oficial. Tampouco se prevê um investimento avultado no direito de transmitir o Porto Canal. Será, no máximo, 2 a 3 milhões por cada temporada.

Portanto, depreende-se que a verba que a PT ofereceu apenas pelos direitos de transmissão dos jogos no Dragão para a Liga nunca será inferior a 30 milhões de euros. Teremos de aguardar pelos desenvolvimentos deste negócio histórico, mas também já se especula que a PT poderá avançar com um novo canal de desporto que fará concorrência à Sport TV.

sábado, 5 de diciembre de 2015

Proença não assume derrota. Que trunfos pode ter a favor da centralização?

Fonte: Banif

O acordo milionário entre o Benfica e a NOS, celebrado esta quarta-feira, deitou por terra a centralização dos direitos televisivos da Primeira Liga, segundo a imprensa nacional. No entanto, o comunicado da Liga não assume para já a derrota numa questão que era uma das principais bandeiras do presidente Pedro Proença. Entrando no caminho da especulação, que trunfos poderá ter? 

A partir do momento em que a Liga de Clubes não detém os direitos de transmissão dos jogos — como é o caso —, basta que um clube faça um negócio paralelo para que a centralização vá por água abaixo. Portanto, partindo do princípio que a Primeira Liga é apenas uma competição, teremos mesmo que esquecer a centralização dos direitos televisivos.

No entanto, existem sempre possibilidades para tudo e — ainda que pareça absurdo — a Primeira Liga pode perfeitamente ter duas competições. Seria o caminho possível de Pedro Proença para a centralização. Por outras palavras, os clubes que fechassem negócio com um canal ou uma operadora formavam uma competição e os restantes formariam a tal Primeira Liga com centralização dos direitos televisivos. A questão dos apuramentos para a UEFA e as descidas poderiam ser resolvidos com liguilhas no fim dessas competições.

Parece naturalmente absurdo por ser inédito, mas também somos a única liga no top-10 do Ranking da UEFA que não tem os direitos televisivos centralizados. Esta possibilidade pode ser um trunfo para o atual presidente da Liga que vê a sua posição bastante fragilizada depois do negócio Benfica/NOS. Nem que seja como ameaça ou até bluff para o Benfica ceder na questão da centralização que tanto sucesso tem gerado nos outros campeonatos europeus. 

Vamos supor que FC Porto, Braga e Sporting não assinam nenhum acordo com uma operadora ou um canal, a força do Pedro Proença seria significativa no sentido de fazer o Benfica ceder na questão da centralização dos direitos televisivos. Havendo as tais duas competições, o Benfica teria de construir a sua própria competição (chamo-lhe Liga NOS), mas dificilmente conseguiria convidar equipas que oferecessem competitividade à mesma. Ainda que conseguisse algumas da Primeira Liga...

Num cenário muito mais pessimista (e pouco provável), existe a possibilidade de FC Porto, Braga e Sporting dizerem não à centralização, chegando a acordo com alguma entidade. Nesse caso, a Liga de Clubes teria poucos trunfos para fazer face a esta questão, porque a tal outra competição careceria de alguma qualidade para poder valorizar-se a nível internacional. Só perdendo todas as grandes potências é que a Liga não teria interesse numa centralização dos direitos televisivos.

Uma simulação de um cenário com as tais duas competições (uma sem e outra com centralização):

Liga NOS: Benfica, Setúbal, Feirense, Nacional, Chaves, Arouca, Gil Vicente, Farense, Portimonense e Penafiel (distribuição não equitativa) (bolo de 58 milhões: 40 para o Benfica e, em média, 2 milhões para os outros)

Primeira Liga: FC Porto, Sporting, Braga, Marítimo, Paços, Rio Ave, Estoril, Boavista, Belenenses e Vitória de Guimarães (distribuição equitativa: ou todos ganham o mesmo ou a diferença entre o mais rico e o mais pobre é de 2 para 1) (bolo inicial de 200 milhões com aumento exponencial nos anos seguintes: em média, 20 milhões para cada clube)

miércoles, 12 de agosto de 2015

Como internacionalizar a Primeira Liga?

A imagem de capa da página Facebook de Pedro Proença
A recente tomada de posse de Pedro Proença na presidência da Liga de Clubes trouxe um novo paradigma ao futebol português: a internacionalização. Parece ser um conceito de que nenhum dirigente anterior se tinha lembrado ou pelo menos muito pouco foi feito até ao momento nesse sentido. Estamos na altura certa para investir nela.

Já há algum tempo que o Barboville Blog defende o investimento na promoção da Primeira Liga para posterior venda aos canais desportivos no estrangeiro. A receita de todos os clubes, mas especialmente os mais pequenos, está muito dependente desta questão.

Para isso, é necessário criar condições para que o produto "Primeira Liga" seja interessante para o resto do planeta. Melhorar a qualidade deste produto implica vários fatores. Por um lado, precisamos de melhorar o espetáculo dentro das quatro linhas, e por outro, é obrigatório haver uma flexibilidade nos horários dos jogos.

O que é melhorar o espetáculo dentro das quatro linhas? Atletas de renome que chamem à atenção, competitividade, ritmo de jogo relativamente elevado, assistências nos estádios muito boas e uma arbitragem o mínimo pressionada possível são as questões fulcrais neste processo.

Quanto aos horários dos jogos, devemos procurar não competir com ligas que, neste momento, conseguem obter uma maior visibilidade. Portanto, criar um modelo competitivo que obrigue a disputa de jogos grandes a meio da semana para evitar sobreposição com outros grandes jogos europeus seria uma solução bastante simples e de sucesso garantido.

Tudo se torna mais fácil se houver centralização dos direitos televisivos. Neste momento, há 2 canais a fazer cobertura dos jogos da Primeira Liga, nomeadamente BTV e Sport TV. No entanto, Luís Filipe Vieira já se manifestou disponível para uma eventual centralização.

domingo, 22 de febrero de 2015

Porquê quase sempre BEN(e)FIC(i)A(dos)?


A Liga NOS desta temporada tem sido marcada pela competitividade e elevada qualidade das equipas, mas há um pormenor que está a manchar um produto que poderia ser um sucesso de exportação: a clara tendência da arbitragem para o Benfica. 

Já não há maneira de negar que o Benfica não merece estar em primeiro lugar. Nem sequer se trata de sorte, trata-se de erros de arbitragem claramente premeditados. Quando a equipa de Jorge Jesus está em dificuldades, por casualidade aparece um penálti ou uma expulsão a prejudicar o adversário. Na dúvida, anula-se o golo à equipa adversária, mas quando é o inverso já é validado.

Estamos perante uma situação gravíssima que só faz mal ao futebol português, mas também... ao próprio Benfica.

miércoles, 9 de abril de 2014

Novo Modelo Primeira Liga: ideia que traria muitos milhões ao nosso campeonato!



·        Primeira fase: Zona Norte (12 equipas) e Zona Sul (12 equipas). As seis melhores equipas de cada zona qualificam-se para a Liga de Elite, as outras 12 disputam o campeonato da manutenção. (22 jogos em cada competição) (de início de agosto a final de novembro/início de dezembro)
·        Segunda fase: Liga de Elite (12 equipas) e Campeonato da Manutenção (12 equipas, descem 5) (22 jogos em cada competição) (de início/meados de dezembro a finais de maio [eventualmente início de junho])
·        Jogos entre as 5 (ou eventualmente 6) melhores equipas de todas estas competições serão sempre disputados a meio da semana (de segunda a quinta) por vários motivos:
o   A questão da venda dos direitos televisivos a países estrangeiros (muitos jogos apetecíveis da nossa liga em dias com poucos jogos grandes no mundo inteiro significa certamente um maior interesse por parte de canais estrangeiros pela nossa liga)
o   Trata-se de jogos com uma grande assistência (mesmo a meio da semana), o que permite fazer com que os jogos menos interessantes tenham mais espetadores por serem obrigatoriamente disputados ao fim de semana (sexta a domingo) (jogos ao domingo disputados entre as 15h e as 21h se possível)
o   Permite às equipas que participam nas provas da UEFA evitarem jogos grandes nacionais próximos dos jogos europeus (sempre cerca de uma semana entre um jogo europeu e um jogo grande do campeonato e vice-versa)

·       Grande número de jogos permite uma venda mais acessível dos direitos de transmissão de jogosde clubes grandes a canais abertos. Portanto, a sugestão passa por transmitirem dois jogos (das 5 melhores equipas portuguesas dos últimos 5 anos, tal como foi sugerido pelo Ministro Poiares Maduro recentemente) por semana em canal aberto. (na época inteira, teríamos 80 jogos, 16 jogos por equipa)
·        Acabar com a Taça da Liga por excesso de jogos. Está claro que jogos da liga garantem uma assistência muito maior e um número maior de telespetadores. Campeonato regional pode ser visto como uma espécie de alternativa, indiscutivelmente mais lucrativa, à Taça da Liga.
·        Campeonatos Zona Norte e Zona Sul permitem uma redução dos custos em transportes tanto para os adeptos como para os clubes. Evita-se algum desgaste nas equipas que participam na fase de grupos das provas europeias.
·        Liga de Elite tem outro fator aliciante: o top-8 disputa menos uma eliminatória da Taça de Portugal (entrada apenas nos oitavos do ano seguinte, equipa de escalão superior joga sempre fora) (meia final a uma mão) (máximo de 4 jogos para estas equipas)
·       Uma cota: Número mínimo de 20 jogadores portugueses com idade superior a 19 anos, aquando da inscrição do plantel na liga de clubes permitiria garantir um número significativo de jogadores portugueses em muitos jogos. Cenário de dois jogos por semana obrigam as equipas a rodarem o plantel. É crível que haja, no mínimo, cerca de 10-15 jogadores com nacionalidade portuguesa a jogarem com alguma regularidade. Os clubes que não conseguem garantir um plantel português estariam assim forçados a contratar estrangeiros de grande valor, ao contrário do que sucede atualmente em quase todos os clubes profissionais. 
·       Permitia um número mínimo de jogos aceitável: 45 jogos caso um clube sem competições da UEFA seja eliminado logo no primeiro jogo da Taça de Portugal. Trata-se de um número aceitável para manter um bom nível competitivo a todos os clubes, ao contrário dos atuais 33 jogos mínimos.
·       Número máximo de jogos poderá atingir os 62-64 em ano extraordinário (supertaça (1) + 44 da liga + 4 da Taça de Portugal + Champions (13) ou Liga Europa (15). Se tivermos em conta que na presente época estão previstos 61 jogos divididos por campeonato, Liga Europa, Taça de Portugal e Taça da Liga (34+15+7+5), não se trata de uma diferença significativa no número máximo de jogos. No entanto, evitaria obrigatoriamente o enorme fosso que atualmente verificamos entre um clube grande e um clube pequeno. Esta diferença será no máximo de 19 jogos contra os 28 atuais.
·       Permite um encaixe significativo em termos de bilheteira a mais seis equipas tendo em conta o alargamento, visto que estas defrontam clubes com enormes massas adeptas, ao contrário do que acontece na Segunda Liga.
·        Muitos jogos em agosto oferecem mais possibilidades aos emigrantes portugueses de assistirem aos jogos do nosso principal escalão. Um aumento dos jogos na época de Natal (fim de dezembro/início de janeiro) também será vista com bons olhos por estas comunidades.
·       Participação europeia teria tudo para melhorar significativamente, principalmente na fase de grupos. Dada a sua menor exigência, o campeonato regional permite fazer uma gestão inteligente do plantel em função dos jogos europeus.
·       Novo modelo traz inúmeras vantagens a todos os níveis, mas há uma que agrada muito aos amantes da modalidade: o provável aumento do número dos jogos grandes (4 Sporting-Benfica, 4 FCPorto-Braga, 4 FCPorto-Guimarães...). Em dez meses de competição, temos cerca de 80 jogos grandes (maioritariamente os jogos entre Porto, Benfica, Sporting, Braga, Guimarães e Boavista), o que daria uma média de 8 jogos grandes por mês.
·       Segunda fase seria extremamente competitiva porque reúnem apenas equipas muito fortes. Primeira fase teria provavelmente uma qualidade menor, mas ainda assim garantem muitos dérbis e alguns clássicos, oferecendo uma assistência considerável.
·       Mais transmissões televisivas
o   Liga Zona Norte: transmissão de todos os jogos de FCPorto, Braga, Guimarães e Boavista + alguns jogos de outros clubes.
o   Liga Zona Sul: transmissão de todos os jogos de SLBenfica, Sporting, Marítimo e Nacional + alguns jogos de outros clubes.
o   Transmissão de todos os jogos da Liga de Elite
o   Transmissão do melhor jogo de cada jornada da Liga da Manutenção

Modelo infalível para as ligas profissionais: clique na imagem para saber todos os pormenores



A médio/longo prazo, a proposta apresentada pelo Barboville Blog poderia transformar o futebol português numa das grandes potências do futebol mundial, caso as previsões económicas se confirmem.

A nossa ideia é aproximar o sucesso do futebol português ao do inglês, mas obviamente que os recursos económicos estão muito longe de serem os mesmos. É por isto que sugerimos a alternativa de dividirmos durante 4 meses as ligas em zona norte e zona sul para reduzir significativamente os custos em transporte e aumentar as receitas de bilheteira.

A proposta apresentada mostrava apenas a situação e a previsão na Primeira Liga, mas esta foi pensada em todos os clubes inscritos nas provas nacionais. Tendo em conta que os clubes da Segunda Liga não têm competições europeias e normalmente disputam poucos jogos na Taça de Portugal, achamos natural que o número de clubes nesta liga seja superior à da Primeira.

Mais clubes não significa que tenham que ser todas equipas A! Sugerimos que haja mais convites por parte da Liga de clubes para introduzir mais equipas B. O sucesso desta introdução está à vista de todos e garantem uma maior competitividade e qualidade à competição. Académica, Nacional, Estoril e talvez o Boavista poderiam entrar nesta competição com uma equipa B.

24 clubes na Primeira + 28 clubes na Segunda (10 equipas B) = 42 clubes "normais" nas ligas profissionais. Atualmente temos 33 clubes, mas convém recordar que competem a época inteira a nível nacional gastando valores exorbitantes em transportes e obtendo receitas por vezes miseráveis. (No CNS competem 80 clubes e não é profissional)

Se o modelo correr bem nos próximos anos, poder-se-ia pensar numa Terceira Liga (profissional), também com 28 clubes, onde também poderiam estar equipas B (ou em caso dos grandes até C). Simulemos um possível cenário destes:

Primeira: FCPorto, Boavista, Braga, Guimarães, Rio Ave, Paços de Ferreira; Gil Vicente, Moreirense, Chaves, Penafiel, Arouca e Aves (Norte) - Benfica, Sporting, Estoril, Marítimo, Nacional, Académica; Belenenses, Farense, Portimonense, Setúbal, Tondela e Académico (Sul)
Segunda: Porto B, Braga B, Guimarães B, Paços B, Boavista B, Beira-Mar, Feirense, Leixões, Trofense, Oliveirense, Freamunde, Vizela, Bragança e Cesarense (Norte) - União da Madeira, Marítimo B, Benfica B, Sporting B, Santa Clara, Covilhã, Olhanense, Nacional B, Académica B, Benf.C.Branco, Oriental e Sertanense, Mafra e Estoril B (Sul)
Terceira: FCPorto C, Braga C, Leixões B, Beira-Mar B, Penafiel B, Varzim, Limianos, São João Ver, Fafe, Mirandela, Felgueiras, Gondomar, Amarante, Salgueiros (Norte) - Benfica C, Sporting C, Estoril C, Leiria, Pinhalnovense, Ferreiras, Loures, Bustelo, Anadia, Pampilhosa, Tourizense, Alcanenense, Operário, Moura (Sul)
(62 clubes "normais" nas ligas profissionais)

Isto seria um possível cenário das ligas profissionais portuguesas. Com este modelo, em 5-10 anos, os valores dos direitos televisivos (grande percentagem da receita dos nossos clubes) estaria entre os 3 e os 30 milhões para a Primeira Liga, na Segunda é provável que resida entre 0,5M e o 1,5M e a Terceira não teria receitas muito significativas (nunca passando dos 300 mil euros, valores que o atual modelo não proporciona nem na atual Segunda Liga).

Possíveis canais a comprar os direitos destas três ligas: Sport TV (provavelmente apenas as primeiras duas ligas), Benfica TV (direitos do Benfica, Farense e mais um ou outro clube das primeiras duas ligas), A Bola TV (Terceira Liga?), Porto Canal?, Sporting TV?, Braga TV?, Marítimo TV?... Obviamente que estamos a especular, ninguém sabe como seria. Uma coisa é certa: o monopólio da Sport TV terminou e as receitas de direitos televisivos vão aumentar significativamente nos clubes...

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