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sábado, 4 de octubre de 2014

Quais seriam as receitas televisivas com o Modelo Barboville Blog?


É indiscutível que o Modelo (ver em cima) aqui apresentado (e várias vezes debatido) transformaria as atuais receitas televisivas em muitos milhões nos próximos anos. Há obviamente contratos a cumprir, mas assim que estes expirassem, as propostas iam seguramente aumentar significativamente e outros canais iriam intrometer-se neste mercado.

miércoles, 13 de agosto de 2014

O melhor modelo para o futebol português é este!



·        Alargamento para 24 equipas
·        Primeira fase: Zona Norte (12 equipas) e Zona Sul (12 equipas). As seis melhores equipas de cada zona qualificam-se para a Liga de Elite, as outras 12 disputam o campeonato da manutenção. (22 jogos em cada competição) (de início de agosto a final de novembro/início de dezembro)
·        Segunda fase: Liga de Elite (12 equipas) e Campeonato da Manutenção (12 equipas, descem 5) (22 jogos em cada competição) (de início/meados de dezembro a finais de maio [eventualmente início de junho])
·        Jogos entre as 5 (ou eventualmente 6) melhores equipas de todas estas competições serão sempre disputados a meio da semana (de segunda a quinta) por vários motivos:
o   A questão da venda dos direitos televisivos a países estrangeiros (muitos jogos apetecíveis da nossa liga em dias com poucos jogos grandes no mundo inteiro significa certamente um maior interesse por parte de canais estrangeiros pela nossa liga)
o   Trata-se de jogos com uma grande assistência (mesmo a meio da semana), o que permite fazer com que os jogos menos interessantes tenham mais espetadores por serem obrigatoriamente disputados ao fim de semana (sexta a domingo) (jogos ao domingo disputados entre as 15h e as 21h se possível)
o   Permite às equipas que participam nas provas da UEFA evitarem jogos grandes nacionais próximos dos jogos europeus (sempre cerca de uma semana entre um jogo europeu e um jogo grande do campeonato e vice-versa)

·        Grande número de jogos permite uma venda mais acessível dos direitos de transmissão de jogos de clubes grandes a canais abertos. Portanto, a sugestão passa por transmitirem dois jogos (das 5 melhores equipas portuguesas dos últimos 5 anos, tal como foi sugerido pelo Ministro Poiares Maduro recentemente) por semana em canal aberto. (na época inteira, teríamos 80 jogos, 16 jogos por equipa)
·        Acabar com a Taça da Liga por excesso de jogos. Está claro que jogos da liga garantem uma assistência muito maior e um número maior de telespetadores. Campeonato regional pode ser visto como uma espécie de alternativa, indiscutivelmente mais lucrativa, à Taça da Liga.
·        Campeonatos Zona Norte e Zona Sul permitem uma redução dos custos em transportes tanto para os adeptos como para os clubes. Evita-se algum desgaste nas equipas que participam na fase de grupos das provas europeias.
·        Liga de Elite tem outro fator aliciante: o top-8 disputa menos uma eliminatória da Taça de Portugal (entrada apenas nos oitavos do ano seguinte, equipa de escalão superior joga sempre fora) (meia final a uma mão) (máximo de 4 jogos para estas equipas)
·        Restrição de 10 estrangeiros aquando da inscrição do plantel na liga de clubes permitiria garantir um número significativo de jogadores portugueses em muitos jogos. Cenário de dois jogos por semana obrigam as equipas a rodarem o plantel. É crível que no mínimo cerca de 10-15 jogadores com nacionalidade portuguesa a jogarem com alguma regularidade. Os clubes que não conseguem garantir um plantel português estariam assim forçados a contratar estrangeiros de grande valor, ao contrário do que sucede atualmente em quase todos os clubes profissionais.
·        Este modelo permitia um número mínimo de jogos aceitável: 45 jogos caso um clube sem competições da UEFA seja eliminado logo no primeiro jogo da Taça de Portugal. Trata-se de um número aceitável para manter um bom nível competitivo a todos os clubes, ao contrário dos atuais 33 jogos mínimos.
·        Número máximo de jogos poderá atingir os 62-64 em ano extraordinário (supertaça (1) + 44 da liga + 4 da Taça de Portugal + Champions (13) ou Liga Europa (15). Se tivermos em conta que na presente época estão previstos 61 jogos divididos por campeonato, liga europa, taça de portugal e taça da liga (34+15+7+5), não se trata de uma diferença significativa no número máximo de jogos. No entanto, evitaria obrigatoriamente o enorme fosso que atualmente verificamos entre um clube grande e um clube pequeno. Esta diferença será no máximo de 19 jogos contra os 28 atuais.
·        Este modelo permite um encaixe significativo em termos de bilheteira a mais seis equipas tendo em conta o alargamento, visto que estas defrontam clubes com enormes massas adeptas, ao contrário do que acontece na Segunda Liga.
·        Muitos jogos em agosto oferecem mais possibilidades aos emigrantes portugueses de assistirem aos jogos do nosso principal escalão. Um aumento dos jogos na época de Natal (fim de dezembro/início de janeiro) também será vista com bons olhos por estas comunidades.
·        Participação europeia teria tudo para melhorar significativamente, principalmente na fase de grupos. Dada a sua menor exigência, o campeonato regional permite fazer uma gestão inteligente do plantel em função dos jogos europeus.
·        Novo modelo traz inúmeras vantagens a todos os níveis, mas há uma que agrada muito aos amantes da modalidade: o provável aumento do número dos jogos grandes (4 Sporting-Benfica, 4 FCPorto-Braga, 4 FCPorto-Guimarães...). Em dez meses de competição, temos cerca de 80 jogos grandes (maioritariamente os jogos entre Porto, Benfica, Sporting, Braga, Guimarães e Boavista), o que daria uma média de 8 jogos grandes por mês.
·        Segunda fase seria extremamente competitiva porque reúnem apenas equipas muito fortes. Primeira fase teria provavelmente uma qualidade menor, mas ainda assim garantem muitos dérbis e alguns clássicos, oferecendo uma assistência considerável.
·        Mais transmissões televisivas
o   Liga Zona Norte: transmissão de todos os jogos de FCPorto, Braga, Guimarães e Boavista + alguns jogos de outros clubes.
o   Liga Zona Sul: transmissão de todos os jogos de SLBenfica, Sporting, Marítimo e Nacional + alguns jogos de outros clubes.
o   Transmissão de todos os jogos da Liga de Elite
o   Transmissão do melhor jogo de cada jornada da Liga da Manutenção

sábado, 21 de junio de 2014

Primeira Liga em canal aberto?


Faltam poucos dias para sabermos se haverá jogos da Primeira Liga em sinal aberto. O prazo para a confirmação da aquisição dos direitos televisivos por parte de um dos canais generalistas terá que acontecer até um mês antes de a competição se iniciar.


O Governo decidiu que os jogos do principal escalão do nosso futebol é de interesse público. As 5 melhores equipas dos últimos 5 anos garantirão pelo menos 6 jogos em sinal aberto. Esta distribuição seria sempre equitativa.

A distribuição não é simples, visto que existem 34 jornadas para distribuir por 5 equipas. Uma das soluções será 10 jogos por equipa, o que é altamente improvável. Por exemplo, 5 jogos na RTP1 e 5 jogos na TVI. Ou então haverá 7 jogos para todos essas equipas em canal aberto, sendo que uma jornada terá que transmitir dois clubes nestas condições.

A confirmar-se o acordo entre um canal aberto e a Olivedesportos, será o regresso da Liga aos canais abertos depois de dois anos em canais pagos. Tendo em conta os baixos orçamentos dos canais generalistas, não será fácil chegar a acordo com a Sport TV e com a Benfica TV para a cedência dos direitos.

Recorde-se que a TVI foi a a última entidade a conseguir um acordo deste tipo e o negócio foi feito por cerca de 8 milhões de euros. É provável que um eventual acordo seja bastante superior, dada o crescimento do futebol português nos últimos anos e o facto de serem duas entidades com as quais tem de negociar.

miércoles, 9 de abril de 2014

Modelo infalível para as ligas profissionais: clique na imagem para saber todos os pormenores



A médio/longo prazo, a proposta apresentada pelo Barboville Blog poderia transformar o futebol português numa das grandes potências do futebol mundial, caso as previsões económicas se confirmem.

A nossa ideia é aproximar o sucesso do futebol português ao do inglês, mas obviamente que os recursos económicos estão muito longe de serem os mesmos. É por isto que sugerimos a alternativa de dividirmos durante 4 meses as ligas em zona norte e zona sul para reduzir significativamente os custos em transporte e aumentar as receitas de bilheteira.

A proposta apresentada mostrava apenas a situação e a previsão na Primeira Liga, mas esta foi pensada em todos os clubes inscritos nas provas nacionais. Tendo em conta que os clubes da Segunda Liga não têm competições europeias e normalmente disputam poucos jogos na Taça de Portugal, achamos natural que o número de clubes nesta liga seja superior à da Primeira.

Mais clubes não significa que tenham que ser todas equipas A! Sugerimos que haja mais convites por parte da Liga de clubes para introduzir mais equipas B. O sucesso desta introdução está à vista de todos e garantem uma maior competitividade e qualidade à competição. Académica, Nacional, Estoril e talvez o Boavista poderiam entrar nesta competição com uma equipa B.

24 clubes na Primeira + 28 clubes na Segunda (10 equipas B) = 42 clubes "normais" nas ligas profissionais. Atualmente temos 33 clubes, mas convém recordar que competem a época inteira a nível nacional gastando valores exorbitantes em transportes e obtendo receitas por vezes miseráveis. (No CNS competem 80 clubes e não é profissional)

Se o modelo correr bem nos próximos anos, poder-se-ia pensar numa Terceira Liga (profissional), também com 28 clubes, onde também poderiam estar equipas B (ou em caso dos grandes até C). Simulemos um possível cenário destes:

Primeira: FCPorto, Boavista, Braga, Guimarães, Rio Ave, Paços de Ferreira; Gil Vicente, Moreirense, Chaves, Penafiel, Arouca e Aves (Norte) - Benfica, Sporting, Estoril, Marítimo, Nacional, Académica; Belenenses, Farense, Portimonense, Setúbal, Tondela e Académico (Sul)
Segunda: Porto B, Braga B, Guimarães B, Paços B, Boavista B, Beira-Mar, Feirense, Leixões, Trofense, Oliveirense, Freamunde, Vizela, Bragança e Cesarense (Norte) - União da Madeira, Marítimo B, Benfica B, Sporting B, Santa Clara, Covilhã, Olhanense, Nacional B, Académica B, Benf.C.Branco, Oriental e Sertanense, Mafra e Estoril B (Sul)
Terceira: FCPorto C, Braga C, Leixões B, Beira-Mar B, Penafiel B, Varzim, Limianos, São João Ver, Fafe, Mirandela, Felgueiras, Gondomar, Amarante, Salgueiros (Norte) - Benfica C, Sporting C, Estoril C, Leiria, Pinhalnovense, Ferreiras, Loures, Bustelo, Anadia, Pampilhosa, Tourizense, Alcanenense, Operário, Moura (Sul)
(62 clubes "normais" nas ligas profissionais)

Isto seria um possível cenário das ligas profissionais portuguesas. Com este modelo, em 5-10 anos, os valores dos direitos televisivos (grande percentagem da receita dos nossos clubes) estaria entre os 3 e os 30 milhões para a Primeira Liga, na Segunda é provável que resida entre 0,5M e o 1,5M e a Terceira não teria receitas muito significativas (nunca passando dos 300 mil euros, valores que o atual modelo não proporciona nem na atual Segunda Liga).

Possíveis canais a comprar os direitos destas três ligas: Sport TV (provavelmente apenas as primeiras duas ligas), Benfica TV (direitos do Benfica, Farense e mais um ou outro clube das primeiras duas ligas), A Bola TV (Terceira Liga?), Porto Canal?, Sporting TV?, Braga TV?, Marítimo TV?... Obviamente que estamos a especular, ninguém sabe como seria. Uma coisa é certa: o monopólio da Sport TV terminou e as receitas de direitos televisivos vão aumentar significativamente nos clubes...

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